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Projeções Ortogonais – Representações Ortográficas – passo a passo 3

Projecões Ortogonais - Representções Ortográficas - Orthographic Projection - Proyecciones Ortogonales

Projeções Ortogonais – Representações Ortográficas (continuação da página: Projeções Ortogonais – Representações Ortográficas – passo a passo 2)

Projeções Ortogonais - Representações Ortográficascontinuação da Explicação passo a passo da animação educativa: Projeções Ortogonais – Representações Ortográficas

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continuação da página: Projeções Ortogonais – Representações Ortográficas – passo a passo 2

Projeção de perfil – Representação Ortográfica

Acrescentamos um novo foco de luz ao primeiro quadrante, desta vez suas projetantes são direcionadas para o Plano de Perfil. Por fim temos a chamada ‘Projeção de Perfil’ que antigamente era conhecida como ‘Lateral Esquerda’.

Projeções bidimensionais

Neste momento retiramos o objeto tridimensional, deixando suas projeções bidimensionais: frontal, superior e perfil nos seus respectivos planos de projeção. Ocorre que este sistema de diedros ainda é tridimensional.

Dica: estas linha amarelas são as representações das projetantes. Elas auxiliam na realização do desenho.

Épura

Rotacionando os planos de projeção em sua ‘Linha Terra’ levaremos os diedros a uma configuração bidimensional (que pode ser representada no plano do papel).

O nome desta nova configuração dos planos de projeção é ‘Épura‘.

Desenho técnico

Retirando-se os planos de projeção (épura), conseguimos as projeções ortogonais (ou vistas) do objeto tridimensional.

Observe que a projeção frontal é a representação de como o objeto é de frente, a projeção superior é como o objeto é por cima e a projeção de perfil é a lateral do objeto.

As linha amarelas são as projetantes e são utilizadas para facilitar a realização do desenho, elas devem ser apagadas na finalização.

Clique no controle para as projeções ortogonais da figura, sem as projetantes.

Projeções Ortogonais – Representações Ortográficas

Estes fundamentos são utilizados na criação de projetos de engenharia, arquitetura e caldeiraria, dentre outros; na formulação de desenhos manualísticos ou mediados por tecnologias digitais (CAD) em 2D ou 3D; na manufatura auxiliada por computador (CAM); na produção de maquetes físicas ou informáticas de arquitetura, mecânica ou tubulação.

Eles também se aplicam na interpretação de desenhos técnicos, plantas arquitetônicas, desenhos de planificação, verdadeira grandeza (V.G.) e de algumas classes de gráficos.

Eduardo Stefanelli

Engenheiro por profissão, professor por vocação

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